Alter do Chão, na cidade de Santarém, no Pará, já foi eleita a mais bonita praia do país, com suas areias branquinhas e águas cristalinas do rio Tapajós.
Conhecido como o Caribe Amazônico, tem em setembro seu melhor mês de visitação. Isso porque o volume de água do rio diminui, formando bancos de areia e praias. Já nos períodos de cheia do Tapajós, é possível aproveitar os passeios de barco e as trilhas pela floresta.
Entre as praias que fazem parte do destino, a Ilha do Amor é o cartão-postal da cidade, logo em frente à vila de Alter do Chão. Para chegar até lá, basta uma travessia em barquinhos a remo e, em cinco minutos, é possível aproveitar toda a beleza do lugar.
Alter do Chão foi eleita pelo jornal inglês The Guardian a
mais bela praia do Brasil. O título é justo. As praias de Alter
do Chão têm
areias branquinhas e a água doce e cristalina do Rio Tapajós. É lindo!
Mas, além das praias, Alter
do Chão tem
outras belezas a oferecer. A região oferece diferentes espetáculos. O encontro
do Rio Tapajós com o Rio Amazonas, quando as águas não se misturam; o Lago do Maicá,
com seu espelho d'água e lindos pássaros; a Floresta Nacional
do Tapajós e suas
comunidades ribeirinhas super acolhedoras...
Um trekking levíssimo ao Monte Paryoca. Uma vista deslumbrante deste paraíso.
Na rua detrás da praia tem um almoço super especial vegetariano.
O município de Belterra,
fundado, em 1933, pela Ford, mantém os sinais de uma cidade americana.
Arborizada com belas praças e parques, Belterra é um lugar muito agradável. Abriga grande parte
da Floresta Nacional do Tapajós.
A produção e exportação de látex proveniente de Belterra era uma fonte de lucro, porém, com o surgimento da borracha sintética e o baixo custo da borracha no continente asiático, o cenário mudou. Os investimentos em Belterra perderam o sentido e a companhia Ford desistiu do seu projeto que estava planejado para durar um século.

Na volta de Belterra tem que dar uma parada em Pindobal uma praia linda demais.
Tudo que aprendemos sobre Alter, Fordlândia, Belterra, a cultura local as festas religiosa foi com um taxista Seu Mingote que é de uma família tradicional na cidade. Pessoa sensacional. Um livro de história ambulante.
Excelente loja com os mais variados artigos indígenas. Centenas de etnias das quais eu nunca havia ouvido falar. Compramos um remo do Xingu, uma máscara tikuna e outra coisinhas.
Neste dia fomos a Ponte de Pedras
| Olha onde o Wi se mete. |
| Imagina uma caminho de areia no meio do nada. |
Enfim é um paraíso ainda pouco conhecido por brasileiros. Ainda bem!

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